Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

sábado, 25 de junho de 2011

MESTRE DOS MAGOS


Se você conhece o desenho "Caverna do Dragão" e é fã sem dúvida já se perguntou por que este desenho não tem fim. Uma indagação que passa despercebida pelos telespectadores é: "como se chama o Mestre dos Magos?".



Por isso estou produzindo este texto que é uma pequena análise de alguns elementos do desenho. Descobri há pouco o verdadeiro nome do Mestre dos Magos e que ele não tem anda a ver com o suposto último capítulo que alguns dizem existir nos EUA. Ele é um deus bom com o poder de ressurreição.

Antes de tudo é preciso esclarecer o mundo fantástico onde os 5 jovens se encontram não é o Inferno católico, nem o unicórnio de Bob, uni, é um pequeno demônio.

O Mestre dos Magos não é mau nem o Vingador é bom, como dizem que apareceu no filme. Na verdade, nem sabemos se o tal filme existe, mas este não é o caso afinal.

O mundo terrível é apenas o mundo que existe na mente dos religiosos, cheio de monstros e outros seres supernaturais da imaginação mística. É como uma viagem ao mundo da Idade Média e Antiga. Os seres que ali se encontram são justamente dessas épocas, de diversos povos, dentre eles gregos, celtas, persas e chineses.

PRIMEIRO VAMOS AOS GREGOS

• Há no desenho um dragão de duas cabeças= Alegoria da Hidra



Diana= Deusa da caça e rainha das amazonas



Zandora= Aparece como bruxa mas é semelhante a Pandora, a primeira mulher para os gregos antigos.



PERSAS

• Tiamat= Deusa que pariu os outros deuses. Deusa dragão Criadora do mundo para os Persas, Babilônios e Sumérios.

CHINESES

• Dragões dourados= Realizam desejos e têm o poder de voar, para os chineses, sendo portadores de grandes tesouros no fundo do mar ou em alguma caverna. São bons.
• Dragões negros= São ruins e moram no subsolo. Quando incomodados criam tempestades e terremotos, pois são os senhores do clima e tempo meteorológicos.

CELTAS

Cavalo do vingador= Sleipnir, o cavalo negro que Loki deu para Odin. O original teria 8 patas.



Sheila= Morgana, maga irmã do rei Artur.



Presto= Um aprendiz de druida, talvez inspirado na figura de Merlin.



Curiosidade: para os vikings os druidas não eram profissionais e sim circunstanciais, recebendo o nome de godis. Os godis eram especialistas em artes divinas das runas, símbolos do alfabeto germânico. Talvez as palavras God e good sejam derivadas de godi.



Bobby= Inspirado no povo nórdico, para quem os chifres representavam força, violência e virilidade. Sua coragem e seu bastão que estremece tudo lembra o deus do trovão, Thor.



Eric= O cavaleiro covarde tem o nome do herói do período arturiano que hoje se conhece como São Jorge. Trata-se do guerreiro chamado Siegfried, mais conhecido como Sigurd, o matador de dragões, que era chamado de Éric pelo anão Regin que o criou depois da morte de seu verdadeiro pai, Sigmund, ser morto por Odin, seu avô. A Éric é dada a honra de ser Mestre dos Magos por um dia, quando este enfrenta o Vingador para que seus amigos possam voltar pra casa através do portal que ele abre. Uma outra semelhança com Sigurd é o amuleto que Éric usa que o transforma em homem-sapo, pois Sigurd tinha um amuleto que o transformava em que ele desejar.



Mestre dos Magos= Dagda, um deus bom com o poder de matar 9 homens de uma só vez com um lado de seu bastão e ressuscitar os mortos com a outra. Representante supremo dos sacerdotes (druidas, sacerdotisas e godis). Senhor da magia e sabedoria. Em seu caldeirão nunca falta comida e ele nunca deixa um viajante com fome.



SINCRETISMO

Uni= Unicórnio é um animal sagrado para gregos e celtas, e para os chineses é um dos criadores do mundo.




Vingador= Vampiro, anjo da morte, mago. É representante do catolicismo, por isso é o personagem mais odiado. Ele dá uma dica de que está no passado por que captura um soldado na época do nazismo para alterar a História e fazer a Alemanha vencedora, um forte indício, pois a Igreja se aliou ao nazismo na 2ª. Grande Guerra.


Armas= o Vingador querer as armas significa a cultura roubada de outros povos para no fim persuadi-los, como aconteceu, por exemplo, com as armas que os celtas venderam para Roma e foram por elas vencidos.



A irmã do Vingador= Separação entre a Igreja Católica e Anglicana. Portanto, de certa forma, o Vingador representa os eclesiásticos da Igreja, lembrando que houve papa que até já comandou tropas de guerra. O castelo onde os dois brigam simboliza a antiga Igreja antes da separação.



Curiosidade: O vingador é muito grande em relação ao Mestre dos Magos. Talvez seja para compará-lo aos antigos gigantes, inimigos dos deuses celtas, gregos e até hinduístas. Pois até no Hinduísmo a relatos de deuses versus gigantes, como exemplo, Rama, um avatar de Vishnu, que vence o gigante Ravana, de 10 cabeças, com uma flechada no umbigo.



Hank= O líder loiro lembra ao mesmo tempo Apolo, e deus grego do sol e das belas-artes que antes era apenas o patrono dos arqueiros, e os elfos celtas, por que o arco é sua principal arma.



CATOLICISMO

Mestre do Vingador= Certa vez o Mestre dos Magos diz que o bem e o mal são a mesma energia, que um pode ser convertido no outro e nisso, transforma a energia ruim do Vingador m boa e a joga de volta. Mas se um é bom e o outro mau por que se unem? Aparece um monstro que abre as nuvens mostrando apenas um olho, quando o Vingador olha para cima e diz: "―Não, Mestre, eu não falhei!". Dois segundos para você adivinhar quem é o "Mestre". O mestre do Vingador é Deus, não pode ser outro, por isso todos fogem juntos, uma vez que ele é o pior monstro de todos e mata sem pena. É uma crítica clara ao poder sanguinário da Igreja que se voltou várias vezes contra seus próprios fies, como na perseguição a Lutero, aos cátaros (Concílio de Latrão) e aos judeus, o povo que deu origem ao cristianismo.



Demônio das Sombras= Lembremos que Lúcifer era um anjo, no cristianismo, e assim como Hades, o deus grego do submundo ou tártaro, quis tomar o lugar do chefe e foi expulso, ganhando um reino próprio, lugar este que nos é ensinado com o nome de Inferno. Mas, na "Caverna do Dragão" não há Inferno nem Céu, logo, os demônios estão no mesmo mundo dos mortais e deuses. Então, o Demônio das Sombras é o Demônio cristão que foi agora subordinado ao Vingador, pois, no fim, ambos continuam seguindo o mesmo mestre.



ATEU POETA

PROJEÇÃO



Sou mais a projeção de mim que eu mesmo, assim como as coisas no pensamento rotulador humano. Como não ser um instrumento da dúvida nesse falso universo que se apresenta através dos sentidos?

Por que não enxergo o real sem esforço se a verdade que busco com tanta ânsia não corresponde ao sentido da existência?
Se a mentira é decadência, então como ela consome tantos pensadores a defendê-la como se a própria fosse factual?

E pior que isso, se entender o que se passa, ou melhor, aproximar-se da razão, dói tanto, não chega a ser masoquismo esse desejo infindo pela sapiência das transcendências elementais?

Por que o expectro de luz emanado pelos átomos e das constelações e estrelas, no efeito dopler e na expansão do universo, vale tanto quando desconstrói os valores religiosos, que muitos pensam ser os morais, e causa transtorno mental para os próprios físicos, químicos, biólogos e filósofos que se aprofunfam no assunto?
Para que tanta preocupação sócio-ambiental se a vida é tão curta? Por que não consigo parar com as perguntas quando sei que jamais compreenderei as respostas e que ninguém poderá responder?
A própria razão, que possivelmente é um mero mecanismo evolucionário para garantir-me a sobrevivência e, talvez por acaso, me faz compreender uma mine-fração do real por meio de projeções, o que não passa da aglomeração de imagens recolhidas do exterior que depois de processadas, por assim dizer, formam imagens internas, rema contra a maré de si mesma ao produzir a triste sensação de vazio que abate muitos pensadores. Mas não imagino a razão por trás disso.
De repente, o que tanto procuro entender já se encontre no meu conhecimento, ao menos em parte, e seja o próprio defeito da matéria que vira putrefata e se renova no ciclo da cadeia alimentar que gerou a vida, que evolui, talvez graças a algo semelhante ao grande dilaceramento de uma molécula que se casou com o vácuo a gerar as estrelas das quais sou simples poeira.
Sonho coisas impossiveis e vejo alguns dizerem que o impossível é que é impossível só que para um apenas ou para o universo em si, dando vida em seus discursos a coisas inanimadas. Quem nunca desejou a imortalidade ou possuir algumas qualidades dos heróis de HQs?
Por que será que o misticismo é tão forte na vida dos povos em todos os continetes? Será que é apenas questão de poder e terror diante da morte? A humanidade teme tanto a morte que crê nesses seres imortais que criou para que a criasse e a tornasse também imortal por meio de uma coisa imaginável a qual chamou de espírito. Morrer será sempre um conflito ou um dia o homem não mais será aflito?
Por que obedecer a monstruosos velhos em trajes à rigor, jungando as pessoas pelas roupas, quando o que masi quero é jovens mulheres nuas sobre o meu domínio passageiro?
Estamos sempre argumentando em prol da liberdade, mas esta não existe, uma vez que só seria viável quando nenhuma matéria tivesse efeito sobre o ser livre.
Mas também confunde liberdade com felicidade quem afirma que a última não existe, o que não é verdade. Felicidade não é alegria sempre e tristeza nunca e sim o sucesso pessoal de uma vida com mais equilíbrio que desequilíbrio. O que é algo possivelmente viável e geralmente depende mais da força de vontade do sujeito que do meio.


Mesmo o ermitão tem sua identidade formada mais em função do outro e do meio que de si mesmo, ainda que seja de extrema vaidade. O sentimento de pertença, as linguagens locais e os costumes são provas disso; da importância que o sujeito dá a si mesmo dependendo do quão aceito seja pelo grupo.

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ta é achar-se livre no casamento e principalmente no trabalho assalariado com cada vez mais impostos e anos de contribuição com a aposentadoria diminuindo, exceto dos poderosos. E o déficit é gerado pelo fator previdenciário, segundo eles. quando na verdade existe por aí um par de ladrão de gravata com dólar na cueca, na mala, na meia ou nas Ilhas Cayman
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Os paraísos fiscais servem para financiar o tráfico de drogas e armas, além de ser gasto uma boa grana com boas prostitutas. 

O que a máfia italiana faz no Brasil? Será que está por trás dos seqüestro-tráfico-assassinatos, principalmente de mulheres e crianças, para o regime de escravidão, prostituição forçada e tráfico de órgãos internacionais?
Por que a vida não pode ser como a música "Imagine" dos Beatles; sem fronteiras físico-mentais entre as pessoas e ver todos vivendo para o agora, já que o resto é projeção?


ATEU POETA

USO DA TECNOLOGIA NA SALA DE AULA



























USO DA TECNOLOGIA EM SALA DE AULA 

Blogs, sites, e-mails, msns, jogos eletrônicos, clipes, filmes, jornais on-line, câmeras digitais, fóruns virtuais e sites de relacionamentos são 
do avanço tecnológico que tentem a se aprimorar cada vez mais e podem ser usados como mecanismo de incremento para a melhoria do ensino.


Cabe ao professor e à gestão escolar se adaptarem a essa tendência tecnológica mundial que quebra tabus e derruba preconceitos, como o uso de quadrinhos em sala de aula que de uns tempos pra cá vem sendo adotado de forma interdisciplinar, embora visto com maus olhos por alguns de pensamento mais arcaico.

Muitos tem medo da tecnologia como se ela mordesse e por isso resistem a ela, enxergando a escola como um local de duro trabalho intelectual sem diversão ou ligação com a realidade, como se no prédio-escola a educação reinasse desvinculada do mundo, mergulhando, assim, numa mentalidade arcaica, com saudades daquela escola que aplicava a palmatória, onde o estudante era obrigado a decorar, mais do que hoje em dia, milhares de informações inúteis, que outrora talvez servisse para algum concurso, quando muito e que hoje serve para o vestibular.

O vestibular em si é a maior prova de como a escola pode ser inútil em vários aspectos da vida do estudante e acaba não prestando o serviço a que se propõe, uma vez que são cobradas informações inúteis para o mercado de trabalho e mesmo para o dia a dia. Cada vez mais surgem cursinhos como um meio de mover mais ainda essa indústria do vestibular; o grande pesadelo de muitos jovens.

Não são só as grandes reformas educacionais que melhoram a educação. Quando o professor se empenha para absorver outros conhecimentos, adaptando-se ao que está ao seu redor e recria o modo de lecionar em função dos novos aprendizados, ele torna a escola um local de conhecimento, ao invés de um mero local de informações. Acontece que tem muito profissional que não se aprimora por falta de competência pedagógica ou simplesmente por falta de compromisso, pois nem todos que se prestam a encarar uma sala de aula estão ali por acreditar no que fazem como uma maneira de melhorar a sociedades em que estão inseridos e sim para terem um emprego; seja por falta de condições de acesso a outros cursos acadêmicos, quando estes fazem algum, pois muitos assumem o magistério sem nunca freqüentar bancos universitários, ou seja por que não conseguem empregos melhores. Se estes não aprenderem a gostar de seu ofício estarão fadados a deixar em atraso os educandos, tantos quando passarem por suas mãos. Apesar de agentes da educação incompetentes e inabilitados, surgem novas propostas que dão resultado visível, como experiências relatadas na “TV Escola”, nos programas “Salto para o futuro” e “Sala de professores”, que mostram experiências de educadores que melhoraram o rendimento escolar a partir da criação de blogs comunitários; no caso específico aqui, na disciplina de Inglês, em que os estudantes entravam em contato com outros blogueiros de Estados distintos, alguns deles professores, e trocavam conhecimentos. Os blos também são usados no Rio de Janeiro como um meio de aprender francês com ajuda do programa “Br@nchè” da “TV Escola”, pois o Brasil promove um programa anual de intercâmbio-cultural com a França, chamado de “Ano do Brasil na França” no primeiro semestre e “Ano da França no Brasil”, no segundo. No evento acontecem estudos de costumes para maior aproximação do dois países por intermédio da escola. Para falarmos de como utilizar a tecnologia como auxiliar da educação expressa em sala de aula um texto apenas não será o suficiente, por este motivo, nos prenderemos aqui à utilização do blog como um aspecto de incremento da escola que pode muito bem virar instrumento de trabalho quando o estudante entrar para o mercado como um profissional numa área que exija, além do crescimento pessoal que causa mexer com essa tecnologia fácil, barata e de repercussão planetária. Por que criar um blog na escola, isso é mesmo importante? No que ajuda ao estudante esse aprendizado? E no que ajuda ao professor mexer com esse tipo de tecnologia? Para começo de conversa, a Web, como é chamado a navegação na internet, é uma das maiores revoluções a nível de apreensão de conteúdo desde a criação da biblioteca da Babilônia. Podemos nos orgulhar de estarmos bem mais próximos de criar uma “Enciclopédia”, a obra pretensa dos iluministas, do que em qualquer outra época da História.


O sonho de juntar todo o conhecimento do mundo em um só lugar já não é mais um sonho apenas, virou realidade, ou pelo menos, uma coisa bem mais viável com os utensílios tecnológicos de hoje em dia.

Existe uma enciclopédia virtual chamada “Wikipédia”, que tem, na Web, a mesma proporção de erros e acertos de uma enciclopédia impressa, com o diferencial da constante atualização.

Criar blogs pode ser o primeiro contato do educando com a Web ou mesmo com o computador. Uma vantagem a médio prazo é que ele aprenderá a digitar, pois muitos não podem freqüentar um curso de computação, ficando um pouco mais apto para o mercado de trabalho.

Para tanto é preciso criar uma conta no provedor, que, por sua vez, pede uma conta de e-mail. Lembremos que, com a exclusão digital, que os administradores chamam de “apartheid-digital”, muitos dos seus educandos não terão e-mails; então, ensine-os a criar! Como criar um blog? Primeiro procure um bom provedor em que a postagem de textos, vídeos e imagens seja fácil de mudar, mas não se preocupe que o próprio Google virou provedor de blogs e sites pequenos e gratuitos em que pode ser usado o mesmo login, ou perfil, do “Orkut”. Basta logar-se no próprio Google e depois ir em “Mais” na barra de tarefas, em seguida vá em “Muito mais”, a seguir, dê um clique em “Blogger”. Feito isso, haverá a opção “criar um novo blog”, que terá o link, ou endereço na Web, internet: http//:www.onomeescolhido.blogspot.com

Pronto, está criado. É só postar em “Nova postagem”, depois de escolhida a cor do blog. Mais o que é um blog mesmo?



Blog é um pequeno site pessoal que pode ser usado por você para postar fotos, textos e vídeos que poderão ser vistos por internautas no mundo inteiro, assim haja computador com internet.


Atualmente, os jornalistas dos EUA estão usando muito o blog para criar matérias a serem impressas no dia seguinte e até como jornal virtual, por que com essa ultima crise econômica, muitos jornais faliram e abandonaram sua versão impressa para virarem apenas on-line, pelas equipes de redação desempregadas na esperança de uma possível volta do antigo emprego.



No Brasil, muitos jornais como o “Folha de São Paulo”, “Diário do Nordeste” e “O Povo” co- existem no impresso e virtual, assim como é o caso de alguns jornais comunitários feito o “Folha do Norte” de Minas Gerais e o “Jornal Delfos” de Pacoti-Ceará.

Atualmente, como o “Jornal Delfos” noticiou, alguns blogs brasileiros foram premiados internacionalmente como melhores blogs da América Latina, dentre os autores se encontram uma jornalista e um publicitário. Além de aprender a pesquisar na Web, digitar e poder interagir com blogueiros do mundo todo, o blogueiro ainda pode ser premiado se mostrar uma boa proposta e aprende a lidar com uma ferramenta de baixo custo e alta repercussão que pode ajudá-lo profissionalmente, caso venha a ser jornalista, escritor, publicitário, marketeiro, vendedor ou professor, pois criar e alimentar blogs é uma competência que será cobrada pelo mercado de trabalho, sendo, desta forma, um modo de tornar a educação escolar um pouco mais prática e útil para a vida do educando.

O blog ainda pode ser usado para mostrar o complemento da disciplina que não deu tempo ser visto em sala de aula e para tirar dúvidas dos estudantes através de comentários na página ou recebida diretamente em seu e-mail através do perfil que você utilizou para criá-lo.



Você ainda pode mostrar links de sites e blogs que desejar direcionados diretamente através de seu blog no item “agrescentar um gadgest” e se gostarem do seu blog, ele terá seguidores. Você ainda pode anexar um contador pra ter noção de quantas vezes a página foi visitada.


Uma dica simples para tornar seu blog visivelmente mais agradável é postar uma imagem para cada texto, pois isso chama a atenção da garotada de hoje que está acostumada a ver muita imagem na “TV”.

Inovar tecnologicamente no ensino-aprendizagem vale á pena por que dá resultado a curto, médio e longo prazo, ajudando a não apenas valorizar como a criar conhecimentos que se tornarão habilidades extra-escolares, o que servirá para o melhor ingresso do estudante no mercado de trabalho, atendendo ao mesmo tempo a uma exigência dessa última LDB, Lei 9.394/96, e que não está sendo cumprida por muitos na educação, que é a valorização das habilidades extra-escolares. 


Afinal de contas, a educação escolar não existe como um ato de ensinar apenas conhecimentos e valores da escola para a escola e para o vestibular e sim para criar cidadão que terão melhores chances de se manter NA VIDA REAL.

Por trás da muralha escolar existe um grande mercado cruel que exige novas habilidades, e saber lidar com tecnologia é a principal exigência na maior parte dos setores e nas atividades empregatícias que outrora não existiam. Criar um blog em sala de aula pode ser o primeiro passo para que os educandos de hoje aprendam a caminhar por conta própria, com passos longos e firmes para a vida dentro e fora da escola e da universidade.

ATEU POETA

DIAMANTE SUTRA


Ensaio sobre a importância da eletricidade Dinâmica na busca da verdade. Tentativa de entender o pensamento como produto material advindo do elemento precursor do fogo, da luz e da própria energia vital.

Partiremos de uma certeza, uma vez que a indagação seria o próprio vácuo informacional ou lacuna não preenchida da razão, a Verdade Suprema é construídade menores e mutáveis a prazos inferiores, então ela própria sofre mutações sistemáticas e crescentes.

A luz interage com tudo a sua volta, deforma-se, destrói e carrega a forma de objetos subepostos em seu caminho. Logo, denomino-a Verdade de Interação, pois forma o que chamamos imagem (aspectos das coisas captado pelos olhos e retrabalhado pelo cérebro para a criação de mapas em cores).

Nossos filamentos cerebrais transportam informações na velocidade da luz tal qual fibra-ótica, funcionamos como um computador ambulante que não apenas executa como capta mensagens visuaudiotatupalatuolfativas e transforma o meio com base na interpretação constante de si e nossas necessidades; para isso o pensamento é imprescindível.

Somo seres recectadores de alimento biofisicoquímico, através também da mecânica produzimos a força motora que nos move, excluindo a parte nociva ou inútil do incremento. Alimentamo-nos inclusive de luz solar, absorvendo calor para produzirmos melhor a enrgia D.


O corpo em si é um dínamo imensurável, vivemos de alquimia e mecânica. Os músculos da cabeça se deformam em meio ao infindável vai e vem de neurônios velozes que transportam informações (imagens) por meio de uma energia elétrica fria, assim não nos permite realizar auto-combustão mas ilumina realmente.

Destruímos aquilo em que tocamos. A recíproca é verdadeira. Com a luz não é diferente, ela carrega informações em seu genoma, é uma espécie de D.N.A. Cosmológico.

Pensamento é portanto, o transporte de informações via luz que se dá num mecanismo biológico, físico, químico e elétrico dentro da cabeça por meio de um processo dinâmico de alargamento e relaxamento dos músculos cerebrais que é fomentado pela ação do meio nos sentidos do ser vivo.

Pensar é um mecanismo de defesa, por isso somos tão reflexivos após uma frustração e perante o desconhecido.

Não só na mente há eletricidade mas no corpo todo, somos um desequilíbrio químico constante, carregamos e somos compostos dos elementos escondidos no subsolo e que nossos metalúrgicos presam ,como : ferro e alumínio, além de magnésio, carbono, amônia (parte do excremento), sódio e um monte de gases inúteis que absorvemos porém somos impossibilitados de consumir.

ATEU POETA

EVOLUÇÃO REVISADA



Dentre as teorias mais aceitas hoje em dia pelos cientistas encontramos a "Teoria da Evolução" de Darwin, que ele demonstrou em alguns livros, onde se destaca "A origem das espécies". Particularmente, eu acredito que Darwin estava na linha correta de raciocíneo, todavia, devem ser feitas algumas revisões para quer haja maior coerência e um dia a teoria do inglês da "Royal Society" vire lei.

Na época da criação desta e de outras teorias Wallace defende Darwin em debate com Owen diante de toda aquela sociedade de pensadores ricos da Inglaterra. O assunto virou polêmica, com Charges de Darwin com corpo de macaco, desenhado pelos cristãos e transformado em deus-sol pelos ateus, simbolizando a verdade da qual os eclesiásticos e carolas fugiam como demônios. 

Ainda hoje é a Evolução das Espécies é assunto de polêmica e proibido como disciplina em colégios católicos dos Estados Unidos e causa até demissões no Brasil, como acontecido com o professor Silveira Viana, na Bahia, que acabou sendo entrevistado por mim e, no decorrer da entrevista, ganhou a causa na justiça com direito a ser indenizado por danos morais e pessoais, pelo preconceito religioso e demissão sem justa causa. 

Pois bem, mas o assunto aqui não é este. Irei apenas citar algumas discordâncias dentro da teoria que deveriam ser revisadas, mas não deixo de creditar aqui Darwin e Walace, por que no fim das contas eles estavam com a razão. E eu não teria o que revisar se eles não tivessem criado e registrado tal teoria. 

1°: Segundo a Teoria da Evolução, os mamíferos e as aves teriam um parentesco em comum. Isso é fato por que existe o ornitorrinco, que é um mamífero com bico, põe ovos e vive na água; é uma criatura híbrida. 

No entanto, não vieram dos répteis, por que, do contrário, não só existiria o ornitorrinco e sim dois outros animais em seu lugar: um deles seria meio ave e meio réptil; o outro seria parte réptil e parte mamífero.

Tais seres não existem ou pelo menos ainda não foram mostrados ao público pelos arqueólogos e geneticistas. Existiu, possivelmente, um animal planador na Era Jurássica, o pterodátilo, que talvez voasse, mas não se pode provar isso, nem que desenvolveram penas. E no quesito amamentação? Ainda não conhecemos esta parte em répteis.

O que existem são outros planadores, como alguns anfíbios sem nenhum parentescos com os mamíferos nem aves.

2°: Segundo a Teoria da Evolução, os répteis teriam nascido dos anfíbios que abandonaram a água. Isso é falso, por que nem anfíbios, nem répteis, aves ou mamíferos abandonaram a água. Prova disso são as aves marinhas, que até mergulham para conseguir alimentos; como a gaivota e o pingüim. 

Outro exemplo são os mamíferos que carecem de muita água; como os hipopótamos e os mamíferos marinhos: leão-marinho, lontra, foca, morsa, golfinho, boto, baleia, etc.

3°: Se os mamíferos tivessem vindo dos répteis em vez de virem dos peixes por que existem mamíferos com forma de peixe? Para que barbatanas em animais com pulmões a base de oxigênio? 

4° A Teoria da Evolução continua correta, esta é apenas uma pequena revisão, ou melhor, um breve questionamentos de um pensador que admira Darwin, não como gênio, por que gênios não existem, mas como uma mente de grande valor que se apagou para que outras surjam.

Os peixes é que deram origem de uma só vez, por assim dizer, a mamíferos, aves, répteis e anfíbios. Por este motivo é que existem mamíferos com forma de peixe, aves mergulhadoras e outros mamíferos extremamente carentes de água, como o hipopótamo. 

A vida veio mesmo da água e não de um sopro de Deus, Ianejar, Prometeu, Viracocha, Huracán, Cummatz, Odin, Brahma, Rá ou Tupã. "A evolução é um fato" como disse Carl Sagan. 

Pena que em vez de vermos os fatos inventamos origens ilusórias como o Criacionismo, Big bang, Super-cordas, Buraco-de-minhoica, Multiversos, e viagens no tempo; o mesmo tempo que Kant e outros afirmaram não existir. 

O problema é que a Verdade é dura, sem graça e imperfeita, e por isso procuramos tanto a perfeição. Por que se existisse uma Verdade Perfeita todos entenderiam ou simplesmente não haveria vida, que é a maior imperfeição de todas.

E é por isso que existe a evolução, por que tudo é imperfeito, e que "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma", como provou Lavoisier. 

ATEU POETA

REBATENDO VOLTAIRE



François-Marie Arouet, mas conhecido como Voltaire, em seu livro “Histoire de Jenni ou Athée el le Sage” (História de Jenni ou o Ateu e o Sábio) criou uma estória de um garoto filho de um padre anglicano como desculpara para caluniar os ateus.

Embora o seu personagem Freind reconheça “ateus honrados”, no caso, Epicuro, Leontium, Lucrécio, Memmius, Spinoza, e Hobbes; afirma que o ateu rico viveria com honra em sociedade, enquanto o ateu pobre seria tolo se não matasse para roubar.

Isso é a expressão de um duplo preconceito; mostra claramente que Voltaire não confiava nas classes mais baixas, ligando-as diretamente ao crime. Mas, se a realidade correspondesse, não haveria tanto rico ladrão ainda hoje, e na própria época em que ele escreveu o livro.

E se Deus fosse um freio, como é afirmado num trecho logo a seguir, não haveria tanto derramamento de sangue em nome das religiões. Os ateus nunca fizeram cruzadas, nem crucificaram ninguém. Muito menos lutaram para ocupar terras ditas “santas”.

O pastor anglicano Freind ainda afirma que Agostinho teria visto povos sem cabeça e de um olho só, dando a entender que tal coisa seja verdade simplesmente por que Agostinho teria escrito. Mas é um absurdo! Uma grande mentira! Como François quis que alguém acreditasse em absurdo tamanho?

Birton, o personagem supostamente ateu, que na verdade seria um agnóstico, por que não tinha convicção, coisa que François deixou claro desconhecer; fala “por Deus”. Um ateu não falaria assim perante um debate sério, a não ser por deboche.

Birton e Freind são iguais num aspecto, ambos são racistas. Freind considera os negros subumanos enquanto Birton não gosta de judeus. Podemos concluir disso que o próprio François era racista.

O livro mais parece uma missa anglicana em que ao mesmo tempo são caluniados os ateus e a Igreja Católica é atacada. Enquanto os fanáticos são descritos como a pior espécie de gente.

Para Voltaire, os ateus seriam monstros pensantes que poderiam ser convertidos por que tinham idéias próprias enquanto o fanático era um monstro pior, justamente por que é um ser que não pensa, apenas segue.

O problema é que esse medo do ateísmo é um preconceito fanático, logo, François-Marie Arouet era um deísta fanático amador do anglicanismo.

O tempo mostrou que Voltaire está errado e eu estou aqui para lembrar o erro deste pensador. Já se foi o tempo em que não se poderia rebater pensadores, está na ora de surgirem questionadores com coragem para desmascará-los.

O ateísmo não é apenas um movimento, mas sim um ato de coragem. Para mim é uma conquista mental pessoal. Há quem veja como uma coisa inevitável em suas vidas. Ser ateu, acima de tudo, é ter a coragem de abandonar as amarras mentais impostas pelas religiões; uma superação das culturas e ao mesmo tempo estar vivendo um estado natural da mais pura sanidade mental.

Ser ateu é não se dopar; sair da caverna para ver o mundo real como de fato é, sem superstições. O misticismo é, foi, e será o maior dos males da face da Terra por que ele é que mata os inocentes, justifica o injustificável, elege os maiores crápulas, escraviza os sujeitos e põe a culpa nos fracos.

Abaixo Voltaire e viva o ateísmo!

Diga não ao preconceito aos ateus.

Pense!

Seja um questionador!

ATEU POETA


A MAÇÃ


....por que quem gosta maçã irá gostar de todas, por que todas são iguais...

(Raul Seixas)

Um dos mitos mais conhecidosdo mundo ocidental cristão é o mito da maçã no jardim do Éden em que dentre tantos frutos apenas este seria proibido pelo deus do cristianismo. Talvez o leitor tenha muitas vezes se perguntado por quê.

Hoje chegamos a uma conclusão a respeito do mitos da criação. Além deste, encontramos as possíveis razões por trás da força de Sansão e sua fraqueza nos cabelos cortados por Dalila e da razão pela qual os apóstolos de Cristo eram 12 e não outro número qualquer.

Para que se compreenda bem é necessário desconfiar dos paralelismos culturais, uma vez que a difusão é bem mais óbvia, embora complexa. 

Os elementos de sucesso nas culturas dos povos são sempre assimilados por outros que adotam muitas vezes com variações de modo que aparentemente não contradiga muito as tradições já existentes com a ser impostas para não comprometer os poderes locais. 

Esses elementos são manipulados pelos comandantes de forma a virarem instrumentos fortalecedores das identidades locais e objetos de coação. Isso tanto vale para o material quanto para o imaterial, uma vez que a lavagem-cerebral é uma forma substancial de controle das massas.

Sem mais delongas, vamos aos fatos. Na mitologia grega existem dois heróis de renome, Héracles e Aquiles. Ambos de inigualáveis forças. Eis que uma das estórias mais conhecidas são os 12 trabalhos de Héracles que acreditamos ser daí que vem o número dos apóstolos de Cristo, figura possivelmente inspirada em Baco e por isso o vinho lhe representaria em vez do sangue de animais, e num dos trabalhos Héracles matara um leão ou uma esfinge e em outro é ajudado por Atlas a conseguir uma maçã dourada no jardim das Héspérides.

Na mitologia Nórdica há uma deusa da juventude chamada Idun cujo pomar é repleto de maçãs mágicas sem as quais os deuses de Asgard envelheceriam normalmente, exceto Wotan que há muito alimenta-se apenas de hidromel, tendo seus cabelos grisalhos

Na religião induísta o fogo é um elemento sagrado, assim como na Grécia Antiga. O titãn Prometeu, coma a juda de Atenae invadira o Olimpo a fim de roubar o fogo sagrado para os mortais. Por que Prometeu fizera isso? Ora, por que ele criara a humanidade da areia da praia junto com a água do mar.

A indagação seguinte é: o que o fogo tem a ver com a maçã mesmo? Eis que a simbologia do fogo grego seria a sabedoria, razão pela qual a deusa da sabedoria é que deveria ajudar nessa transposição. No caso, Atenae.

Então, por que a maçã passa através de Eva? Por que ela é a personificação de Atenae e Idun, e Adão é a da humanidade em si, por isso é feito do barro. Deus é a presonificação ao mesmo tempo de Zeus, que pune Prometeu, e do próprio Prometeu, ao criar Adão do barro.

Então, maçã grega + maçã nórdica+fogo sagrado = maçã do Éden. E por que a expulsão do Éden? É simples, o Éden nada mais é que o Olimpo grego + Asgard nórdico. 

Asgard é construída por Wotan para separar deuses e mortais e do Olimpo os titãns foram expulsos, ou seja; as criações e a expulsão continuaram, mas mudaram as personagens nessa adaptação que deveria ser a história dos hebreus ou dos escravos que criaram essa seita, que sem o dedo de Constantino não chegaria a religião tão forte . Mas essa é outra história.

Qual o porquê da cobra tentadora de Eva? Esta é uma readaptação inclusive do próprio cristianismo. Nos livros apócrifos a primeira mulher seria anterior ao homem, chamava-se Lílite. Por ser muito atrevida recebeu um castigo de Deus. 

As versões variam em 1°- ela virou o que hoje conhecemos por Demônio, 2°-ela foi presa numa espécie de cacimba eternamente e 3°- ela fora transformada na mais peçonhenta das criaturas, a cobra. E para se vingar, tentou Eva, a segunda mulher, que era até então submissa.

E por que a cobra e não outro animal qualquer? Eis que peum bicho temido por quase todos os povos do mundo e está presente em vários contos antigos. Na própria mitologia grega Hera envia duas cobras para matar Héracles, este ainda bebê as esmaga de mãos limpas. Sem falar na Medusa, vencida por Perseu, que empunha o escudo de Andrômeda.

Na mitologia nórdica uma cobra de nome Midgard é filha  de Loki, o deus da loucura, que assim como o Demônio luta contra Deus e Hades se aliou aos titãs contra os deuses do Olimpo, Loki se unirá aos gigantes no dia da Ragnarok, uma espécie de "Juízo Final" em que os deuses de Asgard morrerão, inclusive ele próprio. A cobra Midgard é tão grande que vive enrolada na Terra, chegando a morder a própria cauda.


Adiantando um pouco a Bíblia, nos deparamos com o mito de Sansão. A indagação agora é: de onde ele veio mesmo? Uma possível resposta é, que assim como os semi-deuses gregos são heróis e mortais, lutando junto com os homens, como Aquiles contra os troianos que supostamente morreria pelas mãos de Apolo transmorfo em Páris com uma flecha no calcanhar, Sansão era o humano, ou super-homem, com a missão de derrotar os faristeus em vez dos troianos. E tinha um ponto fraco, como Aquiles, que em vez de calcanhar foi transposto para os cabelos.

Por que Dalila, sua esposa, o traíra? Por que talvez ela tenha sido inspirada em Brunhild, uma princesa nórdica que se apaixonara por um cavaleiro chamado Siegfried. Este é o herói sa saga " o anel do ninbelungos". Nele provavelmente foram inspirados muitos outros personagens como São Jorge, rei Artur (Inglaterra), Aquiles, Fion Mac Cumhail (Irlanda), Esfandiar (Pérsia) e Mahabharata (Índia).


Acontece que na trama Brunhild faz com que Siegfried seja morto por Guttorm, com uma espada no peito ou uma lança no ombro, as versões variam. As estória é toda repleta de maus-entendidos e Brunhild acaba se jogando na píria funerária, para ser queimada junto com seu amado Siegfried. 

A furada que Longinus, o soldado romano hoje conhecido como são Longuinho, deu no peito de Cristo pode ter sido uma variação da estória do matador de dragões nórdico, Siegfried

Assim como a estória infantil "o soldadinho de chumbo", onde a bailarina é jogada pelo vento na mesma lareira onde o soldado perneta caíra, empurradopelo diabinho, e lá viram juntos um pingente em forma de coração.

Terminamos este artigo respondenso por que Sansão mata um leão. É simplesmente por que Héracles também deve ter servido de inspiração para a criação deste personagem. E este mata, em um de seus 12 trabalhos impostos pelo rei Euristeu de Argos por matar Megara e os próprios filhos, o leão da montanha.

ATEU POETA

Fontes:
Franchini, A.S./Seganfredo, Carmen. As melhores histórias da mitologia nódica.7a.edição_-Porto Alegre, RS: Artes e Ofício, 2008.
Grande enciclopédia brasileira de consultas e pesquisas. volume V. "F-I". ed.Novo Brasil. Editor: Antônio Lopes. São paulo-SP. 1987/88.
Coleção: Lendas, mitos e fantasias n°1. Dragões: Nilson Luiz Festa. São Paulo-SP.ed.Minuano.

PADRÃO ÉTICO





















Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo

(Lavoisier)

A arte é um espelho que adianta como um "relógio"... às vezes


(Kafka)

Tive um sonho esquisito. Não é o primeiro que me serve de inspiração compositora. Sonhar sempre foi muito importante para a criação de meus textos. Sou um ateu, assim como Freud, mas diferente dele, deAugusto Comte e outros como Lévi-Strauss, segundo Richard Webster, procuro desvincular-me de toda forma de misticismo.

Embora já tenha lido António Damásio, não consigo deixar de gostar de certas histórias e personagens como anjos, elfos, vampiros e magos, os que mais gosto depois do Spider-man, Super-man e outros super-heróis como Static Chock, além, é claro, do Héracles grego, da figura de Osíris e do Dionizo segundo Nietzsche e Deleuze.

Vamos ao sonho. Dispurei tudo aquilo de que me lembrar. Voltando ao máximo de minha memória de trabalho, como descrita pela neuro-ciência, aquela que lembra fatos muito recentes sob o funcionamente de quem dependemos, por assi dizer, para criar umtexto como esse.

Eu andava por um caminho largo, deserto e ao mesmo tempo repleto de árvores ao redor. Uma das poucas vezes que consegui desenvolver um cenário totalmente original, geralmente não consigo imaginar fisicamente, ou em 3d, como preferiria Carl Sagan, aquilo que não co0nheço de fato. Uma grande deficiência para alguém que adora "filminhos de buneco", como diria um dos meus tios, e filmes bem fugidios às realidade; como "Matrix", que fez de Neo um dos meus muitos heróis-imaginários dos quais, de algum modo, desejei ser, mesmo que por um segundo.

O fato de me encontrar ali fora para ajudar uma cunhada a colar umas figurinhas, com as quais ela preenchia um álbum. Eu atrapalhava, querendo ajudar, ou por brincadeira. Colei a última, ao que ela disse: _Não. Essa eu não cinsiquirei colar!

Fiquei sem compreender até ver um ônibus em que ela quis colar figuras iquais às de seu álbum, numa versão ampliada. Inconscientemente,talvez, eu sabia que se ela mesmo colasse, iriam nos confundir com os estudantes que lotavam o ônibus -escolar em movimento.

Então, pagamos a três dessas crianças-tripuantes para que completassem para nós essa espécie de missão. Depois de realizada a colagem perguntei: vocês vão de carona ou a pé?_as figuras coladas formavam uma paisagem muito verde. É estranho, sei o que representava a imagem de forma conceitual, abstrata, sem, entretanto, conseguir recriá-la por inteiro em minha mente; o nome convencional que damos para esse emaranhado de pensamentos, das sinápses aos filamentos.

Senti que iria revelar naquela hora um segredo, quando minha cunhada respondeu:_Eu vou por minha conta e risco!_ Senti algo estranho naquele "conta e risco". Ela falara assim para que meus poderes de blud-elf não viessem à tona, todavia, para chegar a outro local onde deveríamos estar logo, só haveria um meio: voar.

Não consigo me lembrar dos rostos nem dos corpos de nenhum dos estudantes. Tudo que sei é que suas camisas eram brancas e o ônibus, que otrora os conduzira, amarelo. Tínhamos que ir a um lugar no mapa que eu segurava. Era um acampamento daqueles que só vi pela T.V., através de filmes e documentários.

Como os estudantes não respondessem ou eu não me conformasse com a resposta dada, pus-me a levitar, revelando assim minha real personalidade. Levantei as duas mãos a concluir um encantamento que nos permitiriavoar bem alto e veloz. Não sei se falei em Latim, coisa pouco provável, uma vez que conheço pouquíssimas palavras em Italiano. Mas no sonho, tudo vale. Voamos alto,e por incrível que pareça, seguíamos por baixo da fiação cinco vezes mais elevadas ou mais que a real.

Avistamos uma criança de suposta má-conduta fugindo, quando afirmei:_Seu caráter pode ser reformado, pois ainda não está totalmente criado.

Daí, já no chão, alguém pronunciara algo sobre meu avô estar bêbado, quando na realidade ele não costuma beber, e alguém ter batido nele, quando me intrometo: _Quem foi?

O cara olha pra mim e diz: _ seu avô está ali._ O encontrando, conduzo-o para minha casa, ajudado por um primo que surgira do nada, mesmo ele dizendo que só iria quando o meu irmão fosse buscá-lo. Sem mais nem menos, chorei tanto que meu primo,irritado, deixara meu avô por minha conta e andara agora às pressas; talvez pra chamar meus irmãos.

Falei pro velho: _Você é meu padrão-ético._lágrimas escorriam pelo meu nariz abundantemente, enqunto em pensava: _Será que é oou fora?

Agora, o que vem mesmo a ser um padrão-ético? como nunca ouvi essa expressão, penso que seria algo ou alguém que eu imite como psrte integrante de minha personalidade. Mas, quando o espelho quebra e não conseguimos substituí-lo? Algumas coisas em que críamos antes e não fazem sentido hoje perdem o poder de nos guiar. Mas, será mesmo que precisamos de outro cão-guia quando deixamos de ser cegos?

A cultura, em muitos aspectos, é isso, uma estrada em que somos levaods por cão-guia, cuja coleira soltamos quando se torna inútil. Nossos espelhos pessoais podem quebrar, todavia, nunca ,de forma total, em nosso caráter, se estinguirá. O cão pode voltar-se contra o dono numa batalha em que um morra e o outro saia com seqüelas, e mesmo assim seguiremos a voz dos nosos espelhos, ou seja; aqueles que antes de nós já caminhavam com autonomia, ou assim nos pareceu algum dia.

Um dos meus amigos me serve de espelho-intelectual, e por coversas com ele meu interesse por assuntos filosóficos iniciara, ou pelo menos aumentara de forma considerável, durante minha infância. Até virei ateu como ele, embora isso eu viesse a ser por questões pessoais independentes das nossas longas conversas de sempre.

Eu nunca fiquei sme um "referencial masculno", como minha mãe pensa ainda hoje. Tenho meus dois irmãos e esse meu amigo, que também me serve de espelho intelectual, embora minha mãe se encotra na base deste, e minha irmã, em seguida.

Meu espelhode homem é meu avô materno. Espero, um dia, ser parte de tudo aquilo que ele representa pra mim. Ele é meu alicerce moral, pelo menos nessa quetão de odiar a mentira. Essaé uma questão, dentre poucas, nesta vida curta e disparada, que nunca mudou em mim. A busca pela verdade é ainda meu parâmetro daquilo que entendo por ser um pensador, um um mero ser pensante neste universo imenso no qual sou simples, e insignificante, parte de poeira-estelar, de alguma forma, viva.

Por mais que nos afastemos da cultura, rotina quase vital de um bom pensador, por isso tento piamente, certos aspectos dela não morrem, a não ser quando a memória se esvai, formando parte de nossa identidade. Acima de qualquer valor místico, buscamos incansavelmente um padrão-ético, que muitas vezes já temos sem nos darmos conta de onde ele está fisicamente falando. Mas eu sei onde está o que sigo e com quem mais pareço.

Quem sabe, alguns sonhos tenham significado profundo afinal, embora que o modo de Freud esteja errado e venha senso implantado pela dita "psicanálise". Nem Freud e nem outros pensadores, ateus ou não, como Darwin e Einstein, conseguiram fugir de seus padrões-éticos e de suas condições sociais em cada época.

Para mim, de todos os pensadores, um está a frente; Lavoisier, embora eu não goste de química. Apenas ele provou a lei inquestionável da ciência. Não é preciso conviver diretamente com as pessoas para que estas nos sirvam de modelo.

Lavoisier é o meu segundo padrão-ético. Uma espécie de avô-intelectual que infelizmente não conheci, nem poderia, por culpa da finitude aparente da matéria em transformação, que, inclusive, forma meu pensamento e meu apego pela verdade; que é a própria matéria. A contra-gosto de Kant, a verdade existe sim e é simples.

As figuras míticas, para conclusão deste texto, não morrem, por que também nos servem de padrão. Uma vez que gostamos da história, desejamos ser fortes e corajosos como Quasímodo, Asterix e Arsène e acabamos por odiar seus inimigos; no caso aqui estabelecido, o clero e os romanos, incorporando a coragem desses três personagens e de tantos outros dos gibis, HQ's, desenho-animado, literatura, música, filme ou outras expressão artística qualquer.

A arte nos aproxima desses mito e lendas. Psicologicamente falando, não precisamos nem ter o contato direto com esses mitos para lhes copiar os valores, basta que alguém nos conte uma parte da história de forma admirável ou de forma que tiremos do protagonista algo de valor social; como coragem, lealdade, etc., e logo agiremos como Charlock Holmes, James Bond ou Bruce Lee.
Parafraseando a Lei de Lavoisier: Nas sociedades, nenhum valor se cria, nenhum valor se perde, todos eles se transformam. E nós copiamos, por mais oiginais que pareçamos, os valores de alguém; seja ele um parente próximo, um amigo imaginário, se é que isso existe, ou um herói longícuo, real, como Vercingetórix ou forjado, como Sigurd.


ATEU POETA