quinta-feira, 15 de maio de 2008

ORÁCULO DA RAZÃO

Qual o logarítimo racional da supracitada poesia-sutra fatorial tangente na análise sintética morfológica subabistracionista biofisicoquímica emocional adulterado elevado à raiz quinta solapante emergente em cárcere privado do cerne anátema purulento vilipendiado pela quântica composição lumino-solar polaróide em critérios de raio-gama extraterrena característico pleidiano adjacente à base de hélio, carbono e etileno idiossincrático por meio da fórmula linear que migra do tecnológico para o virtual; assolando através de força centrífuga magnética cossecante radiana dividida pelo pi da matriz maniqueista indígena ultrajante vezes a poeira-cósmica chamejante em arrogância personificada pela ganância desenfreada de báscara: abrangindo a mais nobre beleza diáfana sobre o prisma ortogonal gládio-glacial embebida em óleo pelos óleos funestos do senhor guerriro ou general derradeiro que prima pelo bem-feito mal fantasmagórico _fomentando a miséria ruminante dos não educandos_ eliminando a crença verdadeira que suplantaria as formas maquiavélicas de governo ilusionista (marcadas a ferro), será que um porém basta para semear coragem via caráter social vingando entre vinhas provéctas em ópio (indulgências amortecedoras, placebos a longo prazo) ou vícios depreceativos?
Cultura é a lavagem cerebral irreparável mais profunda sofrida. Para reverter o processo de endoculturação é necessário causar ao aculturado os danos da perda de identidade, método que resultará na não aceitação de regras, nenhuma lei o regerá.
Pronto, agora você já é acultural! Em outras palavras, livre. Nenhum vínculo o prende, a não não ser que sua vida dependa desse fingimento, mas de fato, poderá sentir um alívio solitário que deságua no prazer de estar vivo pura e simplesmente. Esse êxtase é a experiência intelectual mais sublime, não poder ser medido nem decifrado.

AROLDO FILHO