sábado, 12 de janeiro de 2008

ANJO AZUL


ANJO AZUL

CAP1: MÁSCARAS

Paulo pôs-se a pensar sobre seus dons, não tinha nenhum, dormiu. No sonho ele era um escravo que desejara a liberdade, por toda a vida, e quando a teve enlouqueceu, mas alguém robou-lhe a máscara da loucura.

Sua sanidade voltara.Em sua vida sana surrupiava as máscaras alheias, construindo armações, gládios, broqueis e elmos.

Contudo, um homem surgia dizendo: _Nada existe até que se construa._Então, o ex-servo acorda, constrói uma armadura angélica azul, voando para fora do planeta.Ao ultrapassar a camada de ozônio, vê-se em chamas, o fogo se apaga, mas, é atingido por um meteoro gélido, retornando para cair em mar profundo.

CAP2: MARESIA

No mar, tubarões tentam devorá-lo, todavia, Paulo consegue, sem saber como, congelá-los, quem sabe, o meteoro tenha-lhe dado esse poder, mata os peixes, devora-os, veste-se do arcabouço.
Pescadores confundem-no com peixe, jogam-lhe arpões.Furioso, o 

Anjo Azul sai d’água, lança chamas nos predadores de baleias, um dos grupos de Gralha, um grande traficante de animais em extinção que financia a pesca predatória, vendendo-a no exterior.
Gralha, o chefão aparece, liberando seu poder contra Paulo: _Arpões Venon!

Anjo Azul defende-se: _Muralha Glacial! _Quando os arpões de Gralha tocam a Muralha Glacial, o chefão é congelado.Pouco depois, surgem Fênix e Corvo Branco, aliados de Gralha, fazem o mesmo negócio. Usam golpes combinados, simultaneamente: _Ponto de Ebulição!_Chamas do Inferno!

Esses dói golpes unidos formam: _Mar-Vulcânico!_A Muralha Glacial resistiu aos dois primeiros golpes separados, entretanto, quando unidos, formando um terceiro, a Muralha decai. Logo, Anjo Azul recorre a um golpe que tanto deixará seus adversários sem fôlego, quanto os mandará “para os confins do mundo”, no entanto, ele desmaiará no Oceano, ficará submerso por muito tempo, e sabe que sobreviverá._Maresia-Norato! _O mar avançou de encontro ao Mar-Vulcânico, seus emissores e aliados, sob o formato de serpentina, uma verdadeira cobra-d’água que engoliu os mal-feitores, afogando boa parte do grupo, deixando o restante em coma profundo.

Aroldo Filho

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